Viagem a Capitólio - 17/10/2010 _ BOO no final da página By MOA
Ok pessoal, vamos lá: BO :-)
Diante de muita festa fomos recebidos no posto da Av. Amazonas, com muitas mulheres bonitas se contorcendo ao som de um “belo” Fanck.
Quando eu cheguei, já estavam lá os mais fominhas: Adinei, Sílvio, Edno e o “Espião” mais a sua família..
A historia do Espião é o seguinte, ele foi de carro mais a sua bela família, conosco, escoltando a turma, quando ele conseguia andar junto com ela.
O Paulão com sua “Big Blue” (patrocínio IBM hehehe) chegou atrasado, digo bem atrasado. Para saber se enquanto ele não tinha chegado não estávamos falando mal dele,
ele combinou com o espião para chegar bem cedo e espiar o que ficávamos falando dele. Este Paulão...
Para os padrões dos passeios em grupo, até que saímos no horário, com apenas 15 minutos de atraso, partimos às 06:30, Eu, Hanna, Sílvio, Edno, Cláudio (irmão do Edno), Paulão e Adinei mais
o Espião e sua família.
Na alvorada do sábado, lá seguíamos nós para nosso destino – Restaurante Rio do Turvo – Município de Furnas/MG, felizes e satisfeitos pela dia maravilhoso
que nascia e pela oportunidade nos concedida por Deus de estarmos ali, cortando estrada, com nossas máquinas e amigos.
Logo no inicio do caminho, quando pegamos a BR 262, andamos bem lentos devido ao transito e por ainda estarmos aquecendo... heheh
Pegamos a MG 050 que no seu inicio é meio que um “Canto da Sereia” ela começa duplicada, sinalizada, separada por tela, mas bastou andar 5 minutos para chegar na estradinha de pista simples
que nos acompanharia até nosso destino.
O Paulão e o Sílvio, fizeram um combinado tipo “João e Maria”, assim como no conto de fadas, eles resolveram marcar a estrada, mas diferente das migalhas de pão, eles escolheram peças das motos! Hahaha
Primeiro foi o Paulão, assim que entrarmos na MG050 ele resolver deixar um pedaço da carenagem lateral traseira da sua “Big Blue”, por sorte, nos conseguimos convencê-lo de que aquilo não era necessário,
porque ele estava conosco e nos tínhamos plenas condições de lembrar o caminho de volta. Satisfeito com nossos argumentos ele resolveu recolocar o pedaço no lugar e nos seguimos viagem.
De volta para estrada, arruamos um esquema bacana para os pedágios, cada um ia na frente e pagava para todo mundo, isso agilizou bastante as passadas. Para vocês terem uma idéia até o Hanna pagou... hehehe
Fizemos a nossa primeira parada uns 40km depois de Divinópolis, mais ou menos na metade da viagem. Foi lá que tiramos nossa primeira foto. Vocês tinha de ver o Adinei e o Paulão lutando para pagar a conta um do outro... hehehe
mas eu avisei logo ao rapaz do caixa para que ele ficasse esperto porque aquilo era uma tática para que eles saíssem sem pagar ;-)
Rodamos mais um pouco, até as proximidades de Divinópolis para que fosse a vez do Silvio a marca o caminho, e é obvio que ele começou pelas partes menos importante, a placa! Hehehe
Com muito custo mostramos para ele que o Adinei levava em sua moto um aparelho GPS e que não existia a menor possibilidade de ficarmos perdidos. Então paramos em uma pequena oficina e muito bem aparados por seu dono,
colocamos alguns parafusos na placa da moto do Silvio e para ter certeza que ele não iria tentar mais nenhuma gracinha... hehehe decidimos por uma ação radical: Amarrar a placa.
Com isso demos um jeito nosso casalzinho “João e Maria” e seguimos viagem sem mais essa de querer ficar marcando caminho.
Depois da parada foi bem tranqüilo, continuamos seguindo viagem, com velocidade de cruzeiro próxima dos 120 km/h as vezes um grupo um pouco mais à frente, mas sempre juntos, sempre vendo o outro no retrovisor,
nem que fosse mais longe um pouquinho, mas sabendo que o companheiro estava lá.
A estrada na ida estava muito agradável, pouco movimentada e o melhor, viajamos contra o Sol, isso foi ótimo, tanto na ida quanto na volta. Nada de Sol atrapalhando a visão.
Chegando, quase entramos para Capitólio,
mas na verdade o restaurante é na estrada e é depois da entrada da cidade. Demos uma errada básica, mas fomos salvos pelo Edno... e se alguém pensou que fomos salvos pelo GPS do Adinei... hehehe se enganou, até
porque, fio ele que quase nos levou para dar um voltinha no centro de Capitólio.
Ainda bem que o Paulão e o Silvio não perceberam esta gafe, porque senão iriam achar que o GPS não estava funcionando e iriam começar novamente a deixar peças pelo caminho... Ufa! Foi por pouco... :-)
Após o trevo de Capitólio, andamos mais uns 15km até o restaurante que fica antes da ponto, como bem dito pelo Paulo Serra (alias que indicação PS... foi uma pena você não ter ido conosco...)
Nos restaurante fomos recebidos pelo dono, salvo engano, de nome Paulo. Senhor muito agradável e prestativo.
Tiramos umas fotos da galera e enquanto admirávamos a vista um casal (esqueci o nome deles, talvez se eu tivesse escrito o BO
na segunda, eu ainda estaria lembrando... Sorry) vindos de Lavras/MG amigos do Adinei e agora nossos amigos, chegaram também.
Admiramos a vista e nos acomodamos no restaurante, de frente para aquela maravilha de lugar.
Vieram nossas bebidas e chutem, quem vez a primeira lambança????? Isso mesmo, Hanna!!!!
Não agüentou ver aquele forro sequinho e devido ao forte calor resolveu gelar as coisas, dando em nele e na mesa um belo banho de Coca (Achou que eu ia me esquecer desta Hanna...?? heheh)
Forro trocado, banho superado, vamos à entrada: Iscas de peixe deliciosas... Enquanto comíamos chegou mais um de BH, o Marcelo (Acho que é este o nome dele mesmo) com seu baú Shaad e suas histotiras do Beto.. è Betão sua vida está falada!!! Hehehe
Vamos comprar umas rodinhas para você colocar na sua VStrom.
Também, enquanto saboreávamos a entrada o Aroldo ligava para o Adinei afim de saber o lugar que estávamos e se encontrar conosco.
Enquanto aguardávamos o Aroldo, fomos divertidos pelo garçom que cruzeirense que só
resolver ficar dando em cima do “Espião” hehehehe
A espera pelo Aroldo foi cruel! Enquanto o Aroldo estava perdido, dando as sua volta ao mundo ao redor do Lago de Furnas a fome dilacerava os nossos estômagos,
principalmente o MEU! Hehehe Acho que a lógica foi mais ou menos assim: quanto mais a fome apertava, mais o Aroldo se perdia... hehehe
Èeeee!!! O Aroldo chegou!!!! Chegou ele, a filha (muito bonita, diga-se de passagem) o namorado,
mais um amigo.
Pronto. Mesa completa, que venha o almoço.
Primeiro, tentaram nos enganar, serviram uns alfaces com tomate e azeitona... mas eu, não cai nessa! Me recusei a comer aquela comida de coelho!!! Hehehe
Fiquei firme até terminarem de colocar a mesa (que como forma de retaliação foi colocada bem longe de mim, haaa.. aquele garçom cruzeirense de friozinho na espinha... hahahaha) .
Gente, vocês poderão ver a foto da mesa, ficou maravilhosa, mas sentir o sabor... este vai ficar somente nos sonhos, somente nós que fomos saberemos. Se eu tivesse um baú na minha moto, eu juro para vocês que ele tinha voltado cheio de quentinhas... heheheh
Que comida deliciosa! Muito bom! Tinha peixe frito, recheado, ensopado, arroz branco, arroz verde. Estava tudo muito saboroso. Não teve quem não repetisse. Valeu cada KM rodado! Para completar ainda veio um docinho de leite com queijo que também
estava “sem palavras” de bom! Hum... o gostinho veio na boca... delícia! (sinto muito, mas quem não foi PERDEU!)
No final, juntamos a galera tiramos umas fotos e viemos embora. Saímos de lá por volta das 14:30.
Paramos no primeiro posto, abastecemos e continuamos todos juntos, com exceção do casal de Lavras até o 2 pedágio quando seguimos nosso caminho e o Aroldo, sua filha, o namorado e o amigo ficaram para trás e nos seguimos nosso caminho.
Na volta, paramos no mesmo posto que paramos na ida e desta forma dividimos bem a viagem.
Voltamos as mesmas 7 motos que foram, voltamos juntos! O carro do “Espião” e sua família ficou por lá, porque eles voltaram somente no domingo.
Vindo, resolvemos quebrar a direita em Itaúna e passar por Itatiaiuçu para pegar a Fernão Dias, evitando assim o pedaço ruim entre Mateus Leme, Juatuba e Betim.
Paramos para o Adinei trocar os óculos, coisa de cruzeirense mesmo, sem comentários... hehehe
e depois não paramos mais, até nosso destino final.
Descemos a serra de Igarapé um pouco espalhados e nos reagrupamos novamente no final.
Nos dividimos definitivamente no início da Via Expressa, em Betim. Eu e o Adinei viemos pela Via Expressa, eu ainda fui para o Mineirão, ver o meu Galo se classificar para a final, o Adinei para casa.
O Sílvio, Hanna, Edno, Paulão e Carlos seguiram Fernão Dias, Av. Amazonas, etc.. e todos nós, graças ao bom Deus chegamos bem, felizes e satisfeitos em nossas casas.
È.... Acho que é isso. Espero que tenha gostado do relato... Não deu tempo de reler, então, por favor, relevem os erros.
[]’s de um OldBoys seguindo os passos do GOP... hehehehe
Moacir O. de Souza Junior